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Ficha de Lobsomen

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Ficha de Lobsomen

Mensagem por Klaus em Sab Dez 31, 2011 9:10 am

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Porque você quer se tonar um Lobsomen ?
Idade:
O que pretende fazer ao se tonar Lobsomen?
Conte a historia de como foi sua Primeira transformação. (Minimo 7 Linhas).
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Re: Ficha de Lobsomen

Mensagem por Katherine Salvan em Dom Jan 08, 2012 1:25 pm

Nome:Katherine Salvan
Porque você quer se tonar um Lobsomen ?para acabar com qualquer um que se meter com migo e minha raça
Idade:18
O que pretende fazer ao se tonar Lobsomen?Minha primeira caça
Conte a historia de como foi sua Primeira transformação. (Minimo 7 Linhas).


_Estava em uma campina já estava escurecendo

e era noite de lua cheia e estva começando a aparecer

e eu sentir alguma coisa mudando,era o pelo crescendo

as garras e as presas crescendo e eu estava ficando

mais alta,senti cheiro de algo que parecia ser

delicioso então corro atrás daquilo que estava

me enloquecndo,corro bastante e acho aquilo que

estava me enloquecendo um coelho e como aquilo

como se fosse chocolate.
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Katherine Salvan

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Re: Ficha de Lobsomen

Mensagem por Liesel Bartole Rizzon em Sab Mar 24, 2012 7:10 pm

Nome: Liesel Bartole Rizzon
Porque você quer se tonar um Lobsomen ? É um tanto complicado explicar. Ser um lobsomen se aplica ser mais forte é isso combina extremamente com a minha personalidade forte e decidida.
Idade: 16 anos.
O que pretende fazer ao se tonar Lobsomen?
Conte a historia de como foi sua Primeira transformação. (Minimo 7 Linhas).


Fin dall'inizio ...


È uma historia um pouco complicada de ser contada. Afinal nenhuma pessoa em Sã consciência a entenderia. Tudo começou por meados de Março de 1995, quando Arianna Campbell Rizzon com seu marido Romeu Pioli Rizzon se mudaram para uma pequena cidade chamada Ancona, na Itália. Juntamente com seu filho Thalles Campbell Rizzon, que por essas épocas tinha por volta de uns 21 anos.
A pequena cidade ficou em um reboliço só com a chegada de novos moradores. Menos para a meiga e gentil Sophie Antonilli, de 19 para 20 anos, que já tinha problemas de mais em sua cabeça. Pai desaparecido, é possivelmente morto, pois o mesmo se envolvia em muitas coisas alem do compreendimento humano.Para ela tanto se fazia novos moradores ou não na aquela cidade. A mesma pretendia sumir de lá com a sua irmã Maxinne, e a sua mãe Loverday.
Em um dia como outro qualquer, Sophie tinha ido deixar Maxinne em seu treino e logo depois decidiu dar uma passada no bar local para refrescar as idéias. O Lugar não estava lá muito cheio, a mesma só se debruçou pelo balcão e pediu um ‘Cheeseburger’. Virando um pouco seu rosto para a direita deu de cara com um pôster escrito : ‘Felippo Bartole, Desaparecido, informações entrar em contato com o numero XXX’. Era seu pai. Aqueles cartazes estavam por todos os lugares. Seu olhar ficou perdido ali por um momento, mais logo olhou para baixo. Um gentil moço havia-lhe perguntado se estava tudo bem. Ela apenas sorriu. Os dois começaram a conversar, e perceberam que tinham bastante coisa em comum. Thalles descreveu aquele momento como ‘Você é inteligente, quer viajar por ai e tem um otimo gosto musical. Gostaria de te conhecer melhor.’
Não preciso dar muitos detalhes do que aconteceu. Eles apenas trocaram uns beijos. Nada de mais. Porem, depois disso, os encontros entre ambos começaram a se fazer mais constantes e mais intenssos, se posso dizer assim. Mais isso não impediu Sophie de se mudar como era o seu planejado antes da chegada de Thalles, pois o mesmo parecia não se importar tanto assim com ela.

Cinco meses depois, Loverday receberá a noticia de que acharam o corpo de Felippo. Logo, voltou para a cidade com as suas filhas. Claro que Sophie não gostou nenhum pouco dessa historia toda., afinal a mesma sempre quis fugir desse inferno. Uns dias depois é la estava ela. No segundo andar da igreja. Respirando fundo e pegando folego para ter de encarar os moradores da sua cidade. Suspirou um pouco fundo e fico encarando as pessoas lá em baixo, ainda sem saber o que fazia.
- Eu ouvi dizer que era o seu pai. - Uma voz um tanto quanto familiar, disse por trás dela. Ela olhou e ele se aproximou. Sim era o Thalles.
- E você se importa ? - Disse ela arqueando uma de suas sombrancelhas um tanto quanto perplexa de ele estar ali.
- Eu não sei o que é pior : Ter tido que ficar longe de você, ou ter sido um idiota por permitir de você ir. - Ela apenas olhou para baixo, sem dizer nada. - Me desculpe. - Ele disse quando percebeu que nenhuma palavra sairia dela.
- Desculpar? Pelo meu pai ou por ter sido um idiota? - Disse ela ainda um tanto quanto confusa. Pois todas as pessoas que ali estavam lhe davam os seus votos de amizade eterna e de conforto.
- Os dois. - Disse ele a olhando nos olhos.
- Obrigada. - Disse ela desviando o olhar dele. Ela sabia que havia mais coisa a se conversar com ele. - Antes de ir de novo, eu preciso te contar algo. - Disse ela olhando para baixo e tentando pegar coragem e logo o olhou nos olhos. - Thalles, eu estou grávida. E eu so queria que você soubesse. - A mesma tentou não fazer drama nem nada parecido. Ele por outro modo parecia ter ficado em choque com a noticia pois não havia se mechido. Ela entendeu. Sabia que isso o havia pego desprevenido e apenas se aproximou e lhe deu um beijo na bochecha e logo sussurou olhando um pouco para baixo . - Adeus Thalles. - Disse ela se virando e indo em direção a onde todos os outros estavam. Porem com certa agilidade ele se virou e a segurou pelo braço e a puchou para si, e logo a beijou. Não foi um beijo demorado, fora um beijo normal. Quem quer que o visse diria que havia muita saudade ali. Ela logo fez uma caricia no rosto dele e se virou e foi. Ele permanecia ali, sem saber mais o que fazer e como impedir ela de partir de volta.

No dia seginte, Thalles não sabia o que fazer, mais de uma coisa era certo, Sophie não iria embora. Mesmo que pra isso ele tivesse que se agarrar a perna do avião. Saiu decidido a ir a casa de Sophie, como a cidade era pequena, ele logo chegou lá. Mais quando chegou a porta da casa dela, não sabia o que fazer. Respirou fundo e ligou para ela. Quando ela disse "Alô" ele a atropelou com palavras. Dizendo que a amava, que não era justo ela partir de novo e que ele pretendia construir uma vida com ela e disse que estava em frente a sua casa. Ela apenas riu e saiu correndo de seu quarto para ir ver-ló. A mesma que ja não iria mudar mais ficou um tanto quanto feliz com a presença dele ali.
Quatro meses depois, eles estavam mais unidos do que nunca. Ja se sabia que seria uma menina, o nome dela seria Liesel. Que tinha por significado 'A sua marca no mundo'. Sem duvisa ela teria a sua marca no mundo. Ainda mais no mundo mistico.


Il suo segno nel mondo...


Eu nunca soube do que poderia me tornar, meu pai, que sabia da historia de nossos ancestrais, e por isso se controlava ao máximo e se mantia sereno, para não correr o risco de ativar a maldição. Ele so tinha que tomar muito cuidado com o meu gênio. Sim quem te contou essa historia toda do meu concebimento e tudo mais fui eu. Liesel Bartole Rizzon. Atualmente tenho os meus 16 anos e estou a um passo de completar meus 17. Isso me animaria, mais não por agora. Não depois do que sou agora.
Isso me lembra que eu não contei a historia de como eu virei um monstro.
Era um dia lindo. Minha tia Maxxine, que agora tinha 26 anos tinha acabado de ter uma bebê linda. Mamãe disse que a mesma era a minha cara quando eu era um bebê. Sim ela era linda. Pequena e cheia de covinhas e dobrinhas. Lembrar dela tão pequenina e indefesa em meus braços ate hoje me faz chorar. Mais voltando ao foco, ela se chamava Miriãn. Mamãe e Tia Max tinham saido para comprar alguma coisa, eu não me lembro o que direito. Em casa so ficamos eu e papai e Miriãn. Nos duas estavamos brincando ate que ela começou a chorar. Eu fiquei desesperada. Papai estava no jardim brincando com Pingo, o cachorro que eu havia ganhado de natal do vovô Romeu, a distancia era grande mais eu não pude evitar, levaria ela até papai para que ele me ajudasse. Afinal ele ajudou a mamãe a cuidar de mim. Para mim fazia sentido. Pegei Miriãn e sai em disparada pelo meu quarto em direção ao jardim. Sai tão afobada que nem prestei atenção na escada. A escada era caracol de ferro. Em uma de suas voltas, eu escurregei e cai junto a Miriãn. Não senti nada. So ouvi o baque de nossos corpos no chão.
Eu so acordei dois dias depois. Estava em uma UTI. Simplesmente me desesperei quando soube que Miriãn não havia sobrevivido a queda. Depois disso passei dias me culpando e chorando por não ter ficado no quarto. Eu me sentia um tanto quanto forte. Uma semana antes da lua cheia, Papai havia me chamado pra conversar. Foi uma conversa esclarecedora. Ele me contava tudo o que sabia sobre os lobos e sobre a maldição de ser um. Me mantive um tanto quanto firme.

Di prima trasformazione...

Ate os dias de hoje eu so tive duas transformações. Papai disse que com o tempo elas ficam mais rápidas. A minha primeira trasformação foi algo horrivel. Durou varias horas, não sei dizer quantas. Por mais informações que o meu pai tinha ele nunca tinha presenciado isso. E eu também não queria que ele visse agora. Fiquei pensando um dia enteiro em como me preparar para isso. Levei duas mudas de roupas em uma bolsa. Sabia que dependendo do estrago eu iria acabar sem elas. Já tinha visto muitos filmes onde coisas do tipo aconteciam. Levei água, comida. E misturada nelas ' Wolfsbane'. Quem quer que visse minha mochila poderia achar que eu estava indo acampar. Mamãe não soubera de nada. Para todos os efeitos eu estava indo acampar com umas meninas da escola.
Eu fui para a floresta de tardinha, quase de noite. Contei com a ajuda de papai para distrair mamãe. Chegei na floresta e fiz um caminho mais distante o possível do caminho de volta. Marquei algumas arvores para o caminho de volta. Eu estava um tanto quanto louca. Perdida. Me sentia sozinha. Sem ninguem. Sem uma luz. Assim que anoiteceu, meu corpo começou a latejar. Doia, meus ossos pareciam que queriam crescer. Isso era praticamente impossivel, considerando o fato de eu ser uma menina magrela que tinha força para parar um caminhão se quisece. Aquilo vinha se arrastando por horas, e horas e horas. Eu ja estava atirada no chão tentando me manter no mesmo lugar.Quando senti sede. Saberia que a água que eu trouce iria ter algum efeito ruim, que iria queimar. Mais saberia que ia me deixar mais fraca. Me levantei com dificulade e fui ate aonde estava a água. E começei a beber. Era horrivel. Parecia que eu estava bebendo álcool puro. Fazia minha garganta queimar, cai de joelhos em quanto atirava a garrafa para longe.Eu queria vomitar aquilo, mais ja estava feito. Fiquei mais uma hora da aquele jeito. Acredito eu que fora uma hora eu não sabia. Tudo parecia confuso estranho.
Finquei minhas mãos no chão, havia praticamente afundado um pouco de terra onde estavam minhas mãos. Eu agora olhava para a lua. Meus dentes haviam crescido, todos eles. Estava acontecendo, eu poderia sentir. Logo todo o meu corpo havia mudado e não era mais eu que estava ali e sim um lobo caramelo de olhos alaranjados.

Dopo il primo, cosa si può fare?

Depois disso minha vida mudou completamente. Agora eu era meio humana - meio loba. Isso e de mecher com o psicologico de qualquer um. Mais continuei tocando a vida. Eu só queria que eu pudesse parar com essas trasformações. Minha vida escolar continuou a mesma de sempre. So que agora eu não era a primeira da classe, e também não me preoculpava mais com esse posto. Tudo para mim pareceu perder o sentido. Papai convenceu a mamãe a se muderem para Mistic Falls. Era onde os ancestrais dele haviam vivido, talvez eu tivesse mais alguma informação a respeito do que eu era agora. Talvez conhecece mais pessoas assim, por lá. Eu so sei de uma coisa. Isso não vai acabar por aqui.

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Liesel Bartole Rizzon

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